Ontem fui dar sangue pela 1ª vez, e gostei da experiência.
Assim que cheguei a Florianópolis, a minha amiga Giordana recebeu um telefonema que alguém tinha tido um acidente e precisava de sangue, e como sou o- (dador universal), lá fui eu. Ainda fomos no domingo, mas o serviço de recolha estava fechado, e tive de lá voltar na 2ª. Depois de toda a triagem, lá fui eu abrir e fechar a mão. Não doi nada. E ainda se ganha um lanche no final! Quero ver se passo a ser dador regular em Portugal. De resto, estou com azar com o tempo, pois desde que cheguei o sol tem andado tímido, mas o calor continua :). Hoje o dia amanheceu encoberto (mais uma vez) , mas vou para a praia na mesma, que já não vejo faz quase um mês! E estar em Floripa e não ir à praia é como ir a Roma e não ver o Papa.
Olha, eu já fui a Roma e não vi o Papa... achas que ele anda lá a passear pelo Vaticano a dizer adeus a todos os que lá vão? eheheh
ResponderEliminarBeijos e tás MORENO puxa
e pronto, agora é vê-lo todos os dias a dar sangue só por causa do lanche à borliú :p
ResponderEliminarLuis, acho ótimo que você tenha entendido o sentido de doar sangue (principalmente O-). Como profissional de hospital, sei como é importante. Adote esta ideia, onde você for. É bastante humano. Beijos,
ResponderEliminarA isto é o que eu chamo de juntar o útil ao agradável: ajudar e ainda receber um farnel!
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